terça-feira, 20 de março de 2012

Medindo as riquezas do ser humano





Tenho a intenção de processar a revista "Fortune", porque fui vítima de uma omissão inexplicável. Ela publicou uma lista dos homens mais ricos do mundo, e nesta lista eu não apareço.


Aparecem: o sultão de Brunei, os herdeiros de Sam Walton e Mori Takichiro.  Incluem personalidades como a rainha Elizabeth da Inglaterra, Niarkos Stavros, e os mexicanos Carlos Slim Helu e Emilio Azcarraga. Mas eu não sou mencionado na revista.

Eu sou um homem rico, imensamente rico. Como não?  Vou mostrar a vocês:

Eu tenho a vida que eu recebi não sei porque, e saúde, que conservo  não sei como.

Eu tenho uma família, esposa adorável, que ao me entregar sua vida me deu o melhor para a minha; filhos maravilhosos, dos quais só recebi felicidades; e netos com os quais pratico uma nova e boa paternidade.

Eu tenho irmãos que são como meus amigos, e amigos que são como meus irmãos.
Tenho pessoas que sinceramente me amam, apesar dos meus defeitos, e a quem amo apesar dos meus defeitos.

Tenho quatro leitores a cada dia para agradecer-lhes porque eles lêem o que eu mal escrevo.

Eu tenho uma casa, e nela muitos livros (minha esposa iria dizer que tenho muitos livros e entre eles uma casa).

Eu tenho um pouco do mundo na forma de um jardim, que todo ano me dá maçãs e que iria reduzir ainda mais a presença de Adão e Eva no Paraíso.

Eu tenho um cachorro que não vai dormir até que eu chegue, e que me recebe como se eu fosse o dono dos céus e da terra.

Eu tenho olhos que vêem e ouvidos para ouvir, pés para andar e mãos que acariciam; cérebro que pensa coisas que já ocorreram a outros, mas que para mim não haviam ocorrido nunca.

Eu sou a herança comum dos homens: alegrias para apreciá-las e compaixão para irmanar-me aos irmãos que estão sofrendo.

E eu tenho fé em Deus que vale para mim amor infinito.

Pode haver riquezas maiores do que a minha?
Por que, então, a revista "Fortune" não me colocou na lista dos homens mais ricos do planeta? "

E você, como se considera? Rico ou pobre?

Há pessoas pobres, mas tão pobres, que a única coisa que ossuem é ... dinheiro.

Armando Fuentes Aguirre (Catón) – jornalista mexicano

quinta-feira, 15 de março de 2012

Importância do Treinamento Comportamental [Parte 2]

As instituições que estão “antenadas” às exigências do cliente externo, devem estar antenadas também às necessidades do cliente interno, seus colaboradores. É muito gratificante estar semeando uma nova realidade que já se faz urgente.

O profissional dessa nova era tem experienciado um alto nível de adversidades, pela função e pelos desafios de gerenciar novas e diversas exigências do mercado. Qualidade, Estratégia, Resultado, Excelência, Consultivo, Pró-ativo, Foco no Negócio e no Cliente, Soluções, Assertividade, Tempo, entre outras tantas.

O investimento em formação e desenvolvimento de profissionais está muito mais ligado à técnica, ficando o lado comportamental em segundo plano.
O interessante, é que para dar conta das exigências modernas, é necessário que os dois lados do cérebro esquerdo e direito estejam integrados, equilibrando o uso das potencialidades. 

Veja a figura abaixo:




Os dois hemisférios do cérebro não funcionam como interruptores de liga-desliga, em que um se desativa no momento em que o outro entra em ação. Ambas as partes exercem alguma função em praticamente tudo o que fazemos. 

Certas regiões do cérebro são mais ativas do que outras no que diz respeito a determinadas funções. Isso é comprovado cientificamente pela medicina.

O hemisfério esquerdo controla o lado direito do corpo e o lado direito controla o lado esquerdo do corpo. O cérebro é contralateral.

O hemisfério esquerdo é sequencial, enquanto que o hemisfério direito é simultâneo. 

O hemisfério esquerdo é especialmente eficiente no reconhecimento de eventos em série, eventos cujos elementos ocorrem um após o outro como a leitura de uma frase em que você lê palavra por palavra na sequência, enquanto que o hemisfério direito é especializado em ver muitas coisas de uma vez, em ver todas as partes de uma figura geométrica e aprender a sua forma, ou em observar todos os elementos de uma situação e aprender o seu significado. Resumindo, o hemisfério direito é a imagem, enquanto que o hemisfério esquerdo são as mil palavras para descrevê-la.

O hemisfério esquerdo é especializado em texto e o hemisfério direito é especializado em contexto. É nesse aspecto que fica mais clara a complementariedade dos dois hemisférios.
 
Não nos comunicamos apenas com a transmissão da mensagem feita pela voz, nós também gesticulamos, fazemos expressões com nossos rostos, damos enfase em algumas palavras subindo a entonação da nossa voz. Esses elementos, são cruciais numa negociação, numa interação com cliente. Dentro deste aspecto, o hemisfério esquerdo trata DO QUE é dito, enquanto que o hemisfério direito se concentra em COMO é dito.

O hemisfério esquerdo analisa pormenores, enquanto o hemisfério direito sintetiza a visão do conjunto.

O hemisfério esquerdo participa da análise da informação, por reduzir um todo coerente a seus componentes fundamentais, enquanto que o hemisfério direito é especializado em fazer a síntese, em unir elementos isolados para obter uma visão de conjunto das coisas, em combinar seus componentes para formar um todo coerente. 

O esquerdo converge para uma resposta única e se concentra em categorias, enquanto que o direito faz uma visão mais lúdica em ter visão do conjunto, mais focado nas relações.

A grande maioria das pessoas foi acostumada a pensar e agir de acordo com o paradigma cartesiano, baseado no raciocínio lógico, linear, seqüencial, deixando de lado suas emoções, a intuição, a criatividade, a capacidade de ousar soluções diferentes.

Necessitamos, portanto, estimular as diversas áreas do nosso cérebro, ajudando os neurônios a fazerem novas conexões, diversificando nossos campos de interesse, procurando nos conhecer melhor para agirmos com maior precisão e acerto.

O fato relevante é que no mundo moderno, especialmente na vida corporativa, precisamos ter os dois hemisférios desenvolvidos e funcionando de forma integrada.

Vivemos um tempo em que temos de nos esforçar para controlar bem nossas empresas e nossas carreiras (cérebro esquerdo) em função da velocidade das mudanças, mas não podemos parar de criar e inovar (cérebro direito) para melhorar nossa competitividade.

Desenvolver dois cérebros para ter alta performance.

Fica aqui a minha admiração pelos profissionais que vislumbraram essa necessidade e buscaram trazê-la a seus profissionais, proporcionando o experimentar, o interagiros dois lados, permite o fluxo de novos pensamentos para velhos modelos, novos modelos para velhas ideias, novas ideias para velhos processos, novos processos para velhos pensamentos. Use seus, o refletir, e argumentar, isso traz benefícios ao profissional, ao grupo, à equipe, à empresa.

Carla Tambellini
coach e facilitadora da Central do Trabalho

terça-feira, 13 de março de 2012

Enfrentando as tempestades da vida






Eleanor Roosevelt disse certa vez: 


“Você ganha força, coragem e confiança por meio de cada experiência em que realmente ousa encarar o medo de frente”.

Quando a pessoa se opõe decididamente a algo, esse algo tende a encolher-se e finalmente desaparecer. 

Há muito menos perigo em enfrentar uma dificuldade ou temor do que em tentar evitá-lo ou fugir dele.

“O primeiro dever do homem continua sendo o de subjugar o medo... Os atos humanos tendem a escravizá-lo... até que ele coloque o medo sob os seus pés.”

- Thomas Carlyle, Um velho cowboy afirmou que aprendera a lição mais importante da vida com as vacas Hereford. 

Ele trabalhara toda a sua vida em fazendas de gado, onde as tempestades de inverno dizimavam grande parte dos rebanhos. 

Chuvas geladas varriam as planícies. Os ventos uivavam implacáveis, erguendo grandes montes de neve. As temperaturas muitas vezes caíam rapidamente abaixo de zero. O gelo esvoaçante cortava a carne de quem se aventurava a sair de casa. 

Durante esta demonstração de violência da natureza, quase todo o gado voltava as costas para as rajadas frias e cortantes e descia lentamente pelo caminho, quilômetro após quilômetro. Finalmente, interceptados por uma cerca que marcava o limite das terras, os animais se empilhavam contra a barreira e morriam em grande número. 

As Herefords, porém, agiam de modo diferente. O gado dessa raça instintivamente se dirigia para o lado em que o vento soprava. Elas ficavam ali, ombro a ombro, enfrentando a tempestade, com a cabeça baixa contra os seus ataques violentos. 

"A gente quase sempre encontrava as Hereford vivas e em forma”, disse o caubói. 

“Acho que essa foi a maior lição que aprendi nas pradarias - encarar de frente as tempestades da vida.”

Esta lição é válida. Não tente fugir das coisas que teme e seguir a direção do vento para evitá-las. 

Todo ser humano tem de tomar decisões a toda hora, quer seja para enfrentar dificuldades terríveis ou tentar fugir delas. 

Na verdade, a maioria dos temores não tem fundamento. 

Um amigo meu calculou que durante a sua vida 92% das coisas que ele temia nunca aconteceram.

Cerca de 8% aconteceram realmente, e ele afirmou sobre elas: 

“Oh! Apenas as enfrentei, lidei com elas e as superei”. 

Acrescentou a seguir:  

“Todos os temores são controláveis”

*Por Norman Vincent Peale

quinta-feira, 8 de março de 2012

Mulheres



"Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus, disfarçadas entre nós.

Pare para refletir sobre o sexto-sentido. Alguém duvida de que ele exista?

E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você?

E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento?

E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo. Só meia-hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece?
O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!
"Leve um sapato extra na mala, querido. Vai que você pisa numa poça..."
Se você não levar o "sapato extra", meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, molhado...

O sexto-sentido não faz sentido!

É a comunicação direta com Deus! Assim é muito fácil...

As mulheres são mães! E preparam, literalmente, gente dentro de si.
Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal?

E não satisfeitas em ensinar a vida elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e disponibilidade integral.
Fala-se em "praga de mãe", "amor de mãe", "coração de mãe"...

Tudo isso é meio mágico...
Talvez Ele tenha instalado o dispositivo "coração de mãe" nos "anjos da guarda" de Seus filhos (que, aliás, foram criados à Sua imagem e semelhança).

As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravazam?

Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens...

É choro feminino. É choro de mulher...

Já viram como as mulheres conversam com os olhos?

Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto com apenas um olhar.
Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar.
E apontam uma terceira pessoa com outro olhar.
Quantos tipos de olhar existem?

Elas conhecem todos...

Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens!
E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.

EN-FEI-TI-ÇAM !

E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas?
Para estudar os homens, é claro!
Embora algumas disfarcem e estudem Exatas...

Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era "um continente obscuro".
Quer evidência maior do que essa?
Qualquer um que ama se aproxima de Deus.
E com as mulheres também é assim.

O amor as leva para perto dEle, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas.
É sabido que as mulheres confundem sexo e amor.
E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.
Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo.
Mas elas são anjos depois do sexo-amor.
É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos.
E levitam.
Algumas até voam.
Mas os homens não sabem disso.
E nem poderiam.
Porque são tomados por um encantamento que os faz dormir nessa hora."


terça-feira, 6 de março de 2012

Autenticidade


Quando nos referimos a objetos, é mais fácil saber qual o critério para decidir se são autênticos ou não. Muitas vezes, porém, isso também pode ser difícil e podemos nos enganar, pois há falsificadores habilidosíssimos. Mas ninguém tem dúvida de que o caminho é o de comparar a cópia com o original.

Quando se trata de pessoas, a coisa fica bem mais complicada. O que é uma pessoa? É impossível uma pessoa ser totalmente original? O que é a individualidade de cada um? Ser original e ser autêntico são a mesma coisa? O oposto de ser original ou autêntico é ser falso?

Sabemos que cada ser humano é um ser único, e por mais que se conheça alguém ou até mesmo a nós mesmos, é impossível prever todas as suas ações e reações. No entanto, numa sociedade tecnológica e massificada, que prima pelo consumo desenfreado, onde a imagem vale mais que a pessoa – sociedade que não valoriza a reflexão pessoal e a criatividade, imprimindo a pressa de ter mais do que a consciência de ser – está cada vez mais fácil encontrar pessoas iguais.

Ao invés de sermos levados a buscar nossas próprias respostas para dar significado à vida, somos condicionados a aceitar determinadas respostas já prontas, que nos fazem parecer termos sido fabricados em série.

Por outro lado, sabemos que o homem é um ser de relações, que se forma necessariamente dentro de uma determinada cultura, onde recebe influências e causa influências. Qual é, então, o limite de sermos nós mesmos? Como saber se estamos “pensando com as nossas próprias cabeças” e agindo segundo nossa própria determinação? Há a possibilidade de tamanha originalidade? O que queremos dizer quando afirmamos: “Gosto de Fulano, pois é muito autêntico”? Ou quando dizemos:

“Sicrano é tão original!!” O que é que eles têm?

Parece que tanto o conceito de originalidade quanto o de autenticidade, quando referentes a pessoas, podem se confundir e esbarrar no de criatividade. Alguém é original ou autêntico quando é o que é, ou quando tem a coragem de ser como quer ser. Ou seja, a pessoa original (e não apenas a que tem um jeito original de fazer alguma coisa) é que cria livremente a si mesma, sendo, portanto, autêntica, verdadeiramente ela mesma. Mas, como é que se faz isso? Como evitarmos ser um “alguém”, para sermos verdadeiramente nós mesmos? 

Fonte: Texto extraído da Revista Vencer

quinta-feira, 1 de março de 2012

A Espada de Dâmocles






Era uma vez, um rei chamado Dionísio, monarca de Siracusa, a cidade mais rica da Sicília. Vivia num palácio cheio de requintes e de coisas bonitas, atendido por uma criadagem sempre disposta a fazer-lhe às vontades.


Naturalmente, por ser rico e poderoso, muitos siracusanos invejavam-lhe a sorte. Dâmocles estava entre eles. Era dos melhores amigos de Dionísio e dizia-lhe freqüentemente.

- Que sorte a sua! Você tem tudo que se pode desejar. Só pode ser o homem mais feliz do mundo! 

Dionísio foi ficando cansado de ouvir esse tipo de conversa. 

- Ora essa! Você acha mesmo que eu sou mais feliz do que todo mundo? 

O amigo respondeu: 

- Mas é claro! Olhe só o seu tesouro e todo o seu poder! Você não tem absolutamente nada com que se preocupar. Poderia sua vida ser melhor do que isso? 

- Talvez você queira trocar de lugar comigo - disse Dionísio. 

- Ora, eu nem sonharia com uma coisa dessas! Mas se eu pudesse ter sua riqueza e desfrutar de todos esses prazeres por um dia apenas, não desejaria felicidade maior.

- Pois bem! Troque de lugar comigo por um dia apenas e desfrute disso tudo. E então, no dia seguinte, Dâmocles foi levado ao palácio e todos os criados reais lhe puseram na cabeça as coroas de ouro. Ele sentou-se à mesa na sala de banquetes e foi-lhe servida lauta refeição. Nada lhe faltou ao seu bel-prazer. Havia vinhos requintados, raros perfumes, lindas flores e música maravilhosa. Recostou-se em almofadas macias.

Sentiu-se o homem mais feliz do mundo. 

- Ah, isso é que é vida! - confessou a Dionísio, que se encontrava sentado à mesa, na outra extremidade. - Nunca me diverti tanto.

Dâmocles enrijeceu-se todo. O sorriso fugiu-lhe dos lábios e o rosto empalideceu. Suas mãos estremeceram. Esqueceu-se da comida, do vinho, da música. Só quis saber de ir embora dali, para bem longe do palácio, para onde quer que fosse. Pois pendia bem acima de sua cabeça uma espada, presa ao teto por um único fio de crina de cavalo. A lâmina brilhava, apontando diretamente para seus olhos. Ele foi se levantando, pronto para sair correndo, mas deteve-se tremendo que um movimento brusco pudesse arrebentar aquele fiozinho fino e fizesse com a espada lhe caísse em cima. Ficou paralisado, preso ao assento. 

- O que foi, meu amigo? - perguntou Dionísio - Parece que você perdeu o apetite. 

- Essa espada! Essa espada! - disse o outro, num sussurro - Você não está vendo? 

- É claro que estou. Vejo-a todos os dias. Está sempre pendendo sobre minha cabeça e há sempre a possibilidade de alguém ou alguma coisa partir o fio. Um dos meus conselheiros pode ficar enciumado do meu poder e tentar me matar. As pessoas podem espalhar mentiras a meu respeito, para jogar o povo contra mim. Pode ser que um reino vizinho envie um exército para tomar-me o trono. Ou então, posso tomar uma decisão errônea que leve à minha derrocada. Quem quer ser líder precisa estar disposto a aceitar esses riscos. Eles vêm junto com o poder, percebe? 

- É claro que percebo! - disse Dâmocles - Vejo agora que eu estava enganado e que você tem muitas coisas no que pensar além de sua riqueza e fama. Por favor, assuma o seu lugar e deixe-me voltar para a minha casa.

Mitilogia Grega