quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

A doença da humanidade



Muito se tem falado hoje em dia sobre a origem real das doenças físicas, ou melhor dito, as manifestações patológicas que surgem em nosso corpo físico. Alguns médicos da Medicina tradicional ainda relutam em aceitar e integrar ao seu cotidiano novas maneiras de avaliar a doença, movidos por um receio difícil de entender. Teimosamente, preferem deixar isso completamente de lado, ou a cargo dos psicólogos e psiquiatras. Mas outros já estão se abrindo para a Medicina do futuro e estendendo seus raciocínios para a integração Espírito-Mente-Corpo, a união das várias maneiras de ajudar um doente.

Mas, embora mesmo entre os leigos, já se acredite na gênese ou, pelo menos, na grande influência do nosso jeito de ser em nossas doenças físicas, poucas pessoas entendem como isso acontece. E os raciocínios simplistas são de que o nervosismo tem relação com a gastrite, os problemas afetivos com o infarto do miocárdio, etc.
Os nossos pensamentos e sentimentos, as nossas características de personalidade e o nosso modo de viver são os causadores das chamadas "doenças físicas". E, então, é óbvio que os tratamentos tradicionais endereçados apenas ao corpo físico, seus órgãos e partes, não podem ter uma ação realmente curativa, e é o que se observa na prática médica tradicional, ortodoxa. Mas não queremos com isso criticar a Medicina tradicional, pelo contrário, reconhecemos nela uma eficiência inigualável nas urgências e emergências. Pretendemos apenas endereçar aos seus praticantes uma mensagem de ampliação de seus conhecimentos, rumo ao "invisível", aos métodos energéticos de investigação e cura, que é o ofício das terapias "alternativas". Não se trata de negação ou combate ao pensar ortodoxo e, sim, uma nova onda de aprofundamento, de continuação de seus postulados, um sopro novo que abre enormes possibilidades ao médico e aos terapeutas em geral. É uma continuação, uma ampliação do conhecimento e não uma negação ou uma disputa.
Sendo as doenças provocadas originalmente em nossos pensamentos e sentimentos, a verdadeira cura tem que se endereçar a esses efeitos primários. A doença deve ser vista como a conseqüência de um equívoco, de um erro, e apenas a correção pode propiciar a verdadeira cura. Esse erro, na maior parte das vezes, vem de uma falta de sintonia da nossa personalidade encarnada com a nossa Essência, ou seja, os raciocínios, modos de sentir e de agir, enquanto aqui encarnados, não têm uma concordância com o nosso bem supremo. Essas "infrações" repercutem energeticamente nos corpos sutis e daí, em seguida, no corpo físico. A cura real, íntima, vem da retificacão dessas questões patogênicas e isso pode ser atingido por um trabalho profundo de autoconhecimento, de interiorização, e um aprofundamento nas questões espirituais.
Se a doença vem da raiva e atinge, por exemplo, o fígado, a vesícula biliar ou o cérebro, a cura da raiva pode ocasionar a cura da repercussão física, mas, principalmente, curar o corpo emocional e o corpo mental e isso é o mais importante, pois são esses corpos que permanecerão conosco depois do desencarne e ao reencarnarmos novamente. Isso é uma verdadeira cura, enquanto que uma "cura" dos órgãos afetados ou uma extirpação cirúrgica é um modo caridoso de tratar, mas paliativo. Nunca devemos nos esquecer que o único corpo descartável que possuímos é o corpo físico, que deve ser bem tratado e cuidado, mas não pode se constituir no enfoque principal dos métodos de cura. Os corpos que permanecerão conosco devem merecer a nossa atenção, no meu modo de ver, até mais do que o corpo visível.
Se a doença vem da mágoa, do ressentimento, da tristeza, dos medos, da falta de confiança, do orgulho, da vaidade, etc., é isso que deve ser curado. Dependendo da expectativa do profissional de cura, o enfoque visará "curar" apenas o corpo físico ou os corpos mais sutis com repercussão no físico.
A grande causa da doença da humanidade encarnada é esquecer que está aqui de passagem, em busca da melhoria de certas características que ainda necessitam do confronto com as situações da vida encarnada para a sua exteriorização. E, então, viver como se realmente tivéssemos nascido (a chegada) e fôssemos morrer (a saída), sem saber que a nossa maneira de pensar e de sentir já são nossas há muito tempo, de antes de aqui chegarmos, e que quando são negativas e prejudiciais estão nos revelando claramente o que descemos para curar, faz com que a personalidade encarnada viva quase de uma maneira ilusória, apegada à superficialidade das coisas, interessada mais em aspectos fúteis e vazios, temporários e sem importância, quando deveria endereçar sua atenção e seu foco existencial ao verdadeiro objetivo de sua breve estadia nesse plano terreno: a correção de suas imperfeições.
Esse erro de enfoque faz com que geralmente o que viemos para curar, a raiva, a tristeza, a mágoa, o egoísmo, etc., permaneça em nossos corpos emocional e mental, e, pior, muitas vezes até amplificados por novos erros e enganos. A doença do ser humano é a mesma doença da humanidade, a falta da verdadeira visão sobre suas questões profundas e transcendentais. E, a par dos enormes benefícios da Medicina alopática, ela tem um aspecto muito prejudicial, em nível consciencial, que é alienar o doente de seus processos patológicos, transformando-o numa vítima da doença e não um participante ativo de todo o processo. Não é uma questão de culpa por sua doença e, sim, de responsabilidade. O doente revela-se em sua doença, ele e a sua doença são a mesma coisa. Por isso a cura das doenças do Homem virá junto com a cura da distorcida visão da humanidade, em relação a essas questões. A seu tempo, em alguns séculos, isso irá se formatando e teremos um dia um novo Homem encarnado sobre a Terra, construindo um mundo de amor, de paz e de progresso, criando consigo a verdadeira justiça, a fraternidade e a igualdade. Nesse dia, as doenças físicas serão raras, pois estarão praticamente curadas num nível sutil, de pensamentos e sentimentos.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O Amor

 Quero dizer a todos que me lêem nesse momento
Ser feliz, amar, não é apenas para os poderosos, para os fortes
E sim para todos. Para todos que o merecem, que lutam.
Não sabendo o valor do resultado.
O amor é a coisa mais bela que existe, mas infelizmente poucas pessoas sabem seu valor, sua definição.
O amor quando é sentido realmente, nada o destrói, nada o impede, nada faz com que ele diminua.
Ao contrário, o verdadeiro amor aumenta a cada segundo, não importando a distância, o preconceito, a discórdia.
São poucos os que sabem o que é o amor.
Melhor dizer que são os privilegiados.
O amor não é paixão, não é loucura.
É um sentimento que rege a razão.
Amar é sonhar e viver com os pés no chão,
É chorar quando vem a separação.
É rezar pela união.
É calar para o coração.
É gritar com a desilusão.
É perdoar a distração.
Amar são sentimentos que contradizem definições.
São momentos cheios de emoções.


Autor Desconhecido

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Descomplique, simplifique e seja bem mais feliz!





Por que tantas pessoas têm a impressão de que serão consideradas mais responsáveis na mesma medida em que mais complicadas forem suas vidas? Parece que resolveram acreditar que simplicidade, neste mundo globalizado, é sinônima de descompromisso.

Por conta desta distorção e desta conclusão completamente equivocada, milhares de pessoas têm sofrido bem mais do que o necessário para atingir resultados que poderiam ser facilmente alcançados com uma boa dose de objetividade e transparência.

Casais que transformam motivos banais em decretos que sustentam guerras intermináveis. Pais que gritam e esbravejam com seus filhos quando bastaria uma conversa clara e direta. Amigos que insistem em apontar uma mancada do outro quando poderiam aceitar um pedido de desculpas e seguir adiante.

Enfim, contaminados pela ansiedade, envenenados pela dinâmica insana de uma rotina inconsciente, muitos têm perdido o melhor da vida por conta de picuinhas. Tanto alimentam os detalhes irrelevantes que nem se dão conta dos momentos especiais.

A boa notícia é que pequenas mudanças podem surtir importantes efeitos. Sugiro que você comece a validar o que há de bom, tanto em si mesmo, quanto nos que estão ao seu redor e na sua vida em geral. Pare de ignorar o esforço de cada um e comece a perceber que todos nós, indistintamente, tentamos fazer o nosso melhor com o intuito singular de sermos aceitos e amados.

A grande maioria dos nossos problemas não passa de pura invenção de nossa mente. Complicamos porque temos medo de não estarmos prontos para caso algo dê errado. No entanto, raramente dá errado. E para comprovar esse fato, apenas tente. A partir de hoje, simplifique! Esteja presente! Viva o que há para ser vivido, mantenha-se em sintonia com seus sentimentos e descubra que ser feliz é bem mais fácil do que você sempre imaginou.

Rosana Braga

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Argonauta




No mundo marinho existem certas criaturas raras, os “Argonautas”, que não estão presos à sua concha. Na verdade, esta serve apenas como um berço para os filhotes. Esta imagem do argonauta me fascina. Pude ver sua moradia temporária apenas uma vez, como parte da coleção de um especialista.

Quase transparente, estriada levemente como uma coluna grega, essa concha é tão branca como um narciso silvestre; tem o peso de uma pluma, como alguns barcos de pesca antigos, prontos para partir em direção a mares desconhecidos. Li num livro que seu nome foi inspirado pelas naves mitológicas de Jasão, que saíram em busca do Velocino de Ouro. Os navegantes consideram essa concha como sinal de bom tempo e ventos favoráveis.

Uma imagem fascinante, para uma concha também fascinante! Seria esse símbolo de um outro estágio nos relacionamentos? Será que também nós, argonautas vividos, podemos superar o banco de ostras e aspirar à liberdade do Nautilus, que deixa sua concha e se lança ao mar aberto? Mas o que nos reserva o mar aberto? Não podemos acreditar que por sermos vividos, a vida venha nos trazer “bom tempo e ventos favoráveis”.

Quando falamos do argonauta, percebemos que não faz parte das conchas comuns. A concha lua, a dupla-aurora, o banco de ostras, estas são lugar-comum para a maioria das pessoas. Nós as conhecemos, sabemos algumas coisas sobre elas; fazem parte do nosso cotidiano e do cotidiano de outras pessoas à sua volta. Mas com essa nave rara e delicada, deixamos para trás as praias conhecidas de experiências e fatos comprovados. Estamos nos aventurando sem bússola pelos mares da imaginação.

Seria esse o “Velocino de Ouro” que nos aguarda, algum tipo de nova liberdade para o crescimento? E nessa liberdade, haveria lugar para um relacionamento? Acredito que, depois do banco de ostras, haja um espaço para o melhor dos relacionamentos: não o relacionamento limitado, único-e-exclusivo da dupla-aurora, tampouco o relacionamento funcional e dependente do banco de ostras. Nesta fase, torna-se possível o encontro de dois seres inteiros, totalmente desenvolvidos como pessoas. O relacionamento pessoal, explica o filósofo, não tem nenhum outro motivo além do próprio vínculo. Não é baseado em interesses particulares. Não serve a finalidades parciais ou limitadas. Seu valor reside totalmente em si mesmo e, por isso, transcende a todos os outros valores – tudo isso por serem relações de pessoas enquanto pessoas.

Esse novo relacionamento de “pessoas enquanto pessoas”, este amor mais humano, esta concepção de duas solitudes, não acontece facilmente. Deve se desenvolver pouco a pouco, como todo crescimento de raízes sólidas, após o desenvolvimento individual de cada um.

Todo passo é importante, mesmo que seja só uma tentativa. E ainda que raramente alcancemos o ciclo de vida do argonauta, todos nós temos pequenos vislumbres desse ciclo em nossas próprias vidas, mesmo que seja por breves momentos.

A verdadeira vida e suas emoções é intermitente. Como se pode aprender a viver as vazantes da existência? Como se pode aprender a aceitar o vácuo entre duas ondas? Na praia esta aprendizagem é mais fácil, aqui onde a maré baixa, em seu silêncio, revela uma outra vida sob a superfície, diferente daquela que os mortais conseguem ver. Neste momento de suspense cristalino, revela-se de repente o reino secreto do fundo do mar. É aí, nas águas rasas, em meio às ondulações tépidas, que se encontram moluscos raros, cavalos-marinhos, estrelas-do-mar entalhadas no limo e miríades de mariscos coloridos, brilhando na espuma, suas conchas se abrindo e fechando como asas de borboleta. É tão linda a hora silenciosa do refluxo do mar, tão linda quanto a hora do retorno, quando as ondas agitadas se quebram na praia tentando alcançar as cadeias turvas de algas que marcam a última preamar. Cada ciclo da maré é válido, cada ciclo de um relacionamento é válido. O mar vai e volta eternamente.

Anne Morrow Lindbergh

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A solução está dentro de você





Quantas vezes nos encontramos desesperados, preocupados, desiludidos, decepcionados, ou seja, no "fundo do poço".


E aí o que fazer? A quem recorrer?

Eu lhe afirmo que a solução está dentro de você! 

Vamos comparar a vida humana ao reino animal, aonde existe o processo de seleção natural.

Nesse meio, como no nosso, sobrevivem os "mais fortes", não no sentido de força física, mas de força mental. Dentro dessa força está a perseverança, a ação, os olhos abertos, a resiliência, a compaixão!
Esses são os que verdadeiramente lutam pela sua sobrevivência.

Nós seres humanos passamos 70% de nossa vida reclamando das pessoas, dos governantes, porém, de que adianta reclamarmos e não agirmos?

De que adianta nos preocuparmos com a vida alheia se já temos a grande responsabilidade de tomarmos conta de nossa própria vida.

Quando nós tomarmos consciência de que somos escravos de nossa própria consciência e de nossos pensamentos talvez mudemos o nosso comportamento.

Palavras não são simples palavras, nem tão pouco pensamentos são simples pensamentos.

As nossas mudanças começam de dentro para fora e não de fora para dentro, ou seja, se eu tivesse um emprego melhor viveria melhor, eu seria mais feliz se tivesse mais dinheiro; senhores o dinheiro não trás felicidade, ele apenas compra momentos e proporciona algumas coisas, porém, muitas pessoas bem sucedidas afirmam que não são felizes, pois o dinheiro não lhes trouxe paz, saúde, entre outras coisas.

Mude sua frequência! Mude suas palavras! Acredite mais em você, comemore suas pequenas conquistas, ria mais, ande mais, e não busque sua felicidade na vida do outro e nem tão pouco fantasie, pois a felicidade nada mais é que nos aceitarmos. A vida é a eterna escola da alma, permita-se viver e aprender todos os dias.

Carlos Eduardo Garcia Moreno Balcarse
Psicanalista e Diretor da Central do Trabalho Recursos Humanos

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Mensagem de Chico Xavier

 

Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamentos,
não se detenha na lembrança dos momentos difíceis,
mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida.

Quando sair de um longo tratamento de saúde,
não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar,
mas na bênção de Deus que permitiu a cura.

Leve na sua memória, para o resto da vida,
as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade,
e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.

Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais.

Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.
Uns queriam silêncio; outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.

Uns queriam um carro; outros, andar.
Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário.

Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior.

A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe
e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior.
Seja um eterno aprendiz na escola da vida.

A sabedoria superior tolera;
a inferior, julga;
a superior, alivia;
a inferior, culpa;
a superior, perdoa; a inferior, condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!


Chico Xavier

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Importância do Treinamento Comportamental


O profissional dessa nova era tem experienciado um alto nível de adversidades, pela função e pelos desafios de gerenciar novas e diversas exigências do mercado. Qualidade, Estratégia, Resultado, Excelência, Consultivo, Pró-ativo, Foco no Negócio e no Cliente, Soluções, Assertividade, Tempo, entre outras tantas.

O investimento em formação e desenvolvimento de profissionais está muito mais ligado à técnica, ficando o lado comportamental em segundo plano.

O interessante, é que para dar conta das exigências modernas, é necessário que os dois lados do cérebro esquerdo e direito estejam integrados, equilibrando o uso das potencialidades.

Os dois hemisférios do cérebro não funcionam como interruptores de liga-desliga, em que um se desativa no momento em que o outro entra em ação. Ambas as partes exercem alguma função em praticamente tudo o que fazemos.

Certas regiões do cérebro são mais ativas do que outras no que diz respeito a determinadas funções. Isso é comprovado cientificamente pela medicina.

O hemisfério esquerdo controla o lado direito do corpo e o lado direito controla o lado esquerdo do corpo. O cérebro é contralateral.

O hemisfério esquerdo é sequencial, enquanto que o hemisfério direito é simultâneo.

O hemisfério esquerdo é especialmente eficiente no reconhecimento de eventos em série, eventos cujos elementos ocorrem um após o outro como a leitura de uma frase em que você lê palavra por palavra na sequência, enquanto que o hemisfério direito é especializado em ver muitas coisas de uma vez, em ver todas as partes de uma figura geométrica e aprender a sua forma, ou em observar todos os elementos de uma situação e aprender o seu significado. Resumindo, o hemisfério direito é a imagem, enquanto que o hemisfério esquerdo são as mil palavras para descrevê-la.

O hemisfério esquerdo é especializado em texto e o hemisfério direito é especializado em contexto. É nesse aspecto que fica mais clara a complementariedade dos dois hemisférios.

Não nos comunicamos apenas com a transmissão da mensagem feita pela voz, nós também gesticulamos, fazemos expressões com nossos rostos, damos enfase em algumas palavras subindo a entonação da nossa voz. Esses elementos, são cruciais numa negociação, numa interação com cliente. Dentro deste aspecto, o hemisfério esquerdo trata DO QUE é dito, enquanto que o hemisfério direito se concentra em COMO é dito.

O hemisfério esquerdo analisa pormenores, enquanto o hemisfério direito sintetiza a visão do conjunto.

O hemisfério esquerdo participa da análise da informação, por reduzir um todo coerente a seus componentes fundamentais, enquanto que o hemisfério direito é especializado em fazer a síntese, em unir elementos isolados para obter uma visão de conjunto das coisas, em combinar seus componentes para formar um todo coerente.

O esquerdo converge para uma resposta única e se concentra em categorias, enquanto que o direito faz uma visão mais lúdica em ter visão do conjunto, mais focado nas relações.

A grande maioria das pessoas foi acostumada a pensar e agir de acordo com o paradigma cartesiano, baseado no raciocínio lógico, linear, seqüencial, deixando de lado suas emoções, a intuição, a criatividade, a capacidade de ousar soluções diferentes.

Necessitamos, portanto, estimular as diversas áreas do nosso cérebro, ajudando os neurônios a fazerem novas conexões, diversificando nossos campos de interesse, procurando nos conhecer melhor para agirmos com maior precisão e acerto.

O fato relevante é que no mundo moderno, especialmente na vida corporativa, precisamos ter os dois hemisférios desenvolvidos e funcionando de forma integrada.

Vivemos um tempo em que temos de nos esforçar para controlar bem nossas empresas e nossas carreiras (cérebro esquerdo) em função da velocidade das mudanças, mas não podemos parar de criar e inovar (cérebro direito) para melhorar nossa competitividade.

Desenvolver os dois lados, permite o fluxo de novos pensamentos para velhos modelos, novos modelos para velhas ideias, novas ideias para velhos processos, novos processos para velhos pensamentos. Use seus dois cérebros para ter alta performance.



Carla Tambellini
coach e facilitadora da Central do Trabalho